Todos os anos, a temporada de entrega do Imposto de Renda RJ traz consigo uma mistura de obrigação e ansiedade para milhares de contribuintes cariocas e fluminenses. O temor do “Leão” da Receita Federal é real, e o fantasma da malha fina assombra até os mais organizados.
Tentar navegar pelas complexas regras da Receita Federal sem um guia experiente pode ser comparado a dirigir no trânsito intenso do Centro do Rio sem GPS: é fácil se perder em uma rua errada, e o retorno pode custar caro em tempo e dinheiro.
Com mais de cinco décadas de atuação no coração do Rio de Janeiro, a Simel Contabilidade entende que a chave para uma declaração tranquila não é a sorte, mas a preparação e o conhecimento técnico. Neste artigo, vamos desmistificar o processo e mostrar como uma organização financeira sólida é o seu melhor escudo contra problemas fiscais.
O que realmente significa cair na malha fina no Rio de Janeiro
Diferente do que muitos pensam, cair na malha fina não significa automaticamente que você sonegou impostos ou cometeu um crime. A “malha fiscal” é, na verdade, um filtro poderoso dos sistemas da Receita Federal.
Este sistema cruza as informações que você declarou com os dados fornecidos por terceiros como seu empregador, bancos, planos de saúde, imobiliárias e médicos. Se houver qualquer divergência entre o que você informou e o que essas instituições reportaram, sua declaração fica retida para uma análise mais profunda.
No Rio de Janeiro, onde o custo de vida é elevado e as despesas com serviços (como saúde e educação privada) são comuns, as chances de inconsistências aumentam significativamente se não houver um controle rigoroso da documentação.
Os 4 problemas na declaração do IRPF
Embora o sistema da Receita seja complexo, a maioria dos contribuintes cai na malha fina por cometer erros que poderiam ser evitados com atenção e orientação correta. Com base em nossa experiência anual, identificamos os deslizes mais frequentes:
- Inconsistência em despesas médicas: Declarar um valor de consulta ou exame diferente do que foi informado pelo médico ou clínica na DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde). A falta de recibos idôneos para comprovar o gasto é fatal.
- Omissão de rendimentos de dependentes: É muito comum esquecer de incluir a renda de um filho que faz estágio ou de um cônjuge que possui um pequeno negócio. Se alguém é seu dependente, toda a renda dele deve ser declarada.
- Divergência nos valores de aluguéis: Seja você locador (quem recebe) ou locatário (quem paga), os valores informados na sua declaração devem bater exatamente com os da DIMOB (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) enviada pela imobiliária.
- Erro no preenchimento de salários e aposentadorias: Os valores devem ser copiados fielmente do Informe de Rendimentos fornecido pela empresa ou pelo INSS. Tentar “arredondar” números ou usar os extratos bancários em vez do informe oficial gera pendências imediatas.
Omissão de rendimentos e a “renda extra”
Este ponto merece uma atenção especial. No cenário atual, muitos profissionais no Rio complementam sua renda com trabalhos como freelancer, motorista de aplicativo ou venda de produtos online.
Existe um mito perigoso de que esses “bicos” não precisam ser declarados. Isso é um erro grave. A Receita Federal tem acesso à sua movimentação bancária e de cartões de crédito. Se o fluxo financeiro for incompatível com a renda declarada, o alerta da malha fina será acionado.
A organização é o melhor remédio contra o Leão
A batalha contra a malha fina não é vencida em abril, no momento de preencher o programa, mas sim ao longo de todo o ano anterior. A organização documental é a base de uma declaração segura.
A imagem acima ilustra perfeitamente a diferença entre o caos e o controle. Manter pilhas de papel desorganizadas aumenta o risco de perder comprovantes essenciais ou digitar valores errados.
A solução é a digitalização. Crie o hábito de escanear e salvar em pastas digitais seguras (na nuvem, por exemplo) todos os seus comprovantes relevantes: recibos médicos, comprovantes de pagamento de educação, extratos de previdência privada e informes de bancos e corretoras. Isso não só facilita o preenchimento, como garante que você tenha a prova necessária caso a Receita peça explicações.
Se você tem dúvidas sobre quais documentos guardar ou como organizar essa papelada ao longo do ano, fale com nossa equipe pelo WhatsApp e receba uma orientação inicial.
Por que contar com uma assessoria contábil faz a diferença
Muitos contribuintes se perguntam se vale a pena contratar um contador ou se podem fazer a declaração sozinhos usando o programa da Receita. A resposta depende do valor que você dá à sua tranquilidade e segurança.
O programa da Receita Federal é apenas uma ferramenta de preenchimento; ele não oferece consultoria, não analisa se você escolheu o modelo mais vantajoso (simplificado ou completo) e não alerta sobre riscos estratégicos na sua evolução patrimonial.
Muito além do preenchimento: a visão estratégica
Uma assessoria contábil experiente, como a Simel, vai além de simplesmente digitar números. Nós realizamos uma análise consultiva da sua vida financeira. Isso inclui:
- Cruzamento prévio de dados: Simulamos o cruzamento que a Receita fará para identificar inconsistências antes do envio.
- Análise de variação patrimonial: Verificamos se o aumento dos seus bens (imóveis, carros, investimentos) é compatível com a renda que você declarou, evitando um dos principais motivos de fiscalização profunda.
- Planejamento tributário pessoa física: Orientamos sobre como aproveitar benefícios fiscais legais (como previdência PGBL ou livro caixa para autônomos) para reduzir o imposto a pagar ou aumentar a restituição nos próximos anos.
Não corra riscos desnecessários com seu patrimônio. A tranquilidade de saber que sua declaração do Imposto de Renda RJ está em mãos de especialistas com mais de 57 anos de experiência não tem preço.
Quer garantir que sua declaração esteja 100% correta e otimizada? Entre em contato conosco e solicite um orçamento para uma análise personalizada da sua situação fiscal.

